sábado, 11 de dezembro de 2010

Pensamento Infinito (......)

Trás-me os teus fantasmas. Quero ver-lhes a cara. Tu nunca me mostraste com o medo de perder o orgulho. Independente de tudo, sempre te quis ver com a inocência nos olhos, com o amor pela vida, e as mãos sobre o coração, deixando-o mais sossegado quando me vias a descer dos comboio de mochila às costas. O teu sorriso nos teus lábios, criando uma harmonia à tua volta, como a coisa mais deliciosa de se presenciar. O toque na orelha, a tua maneira de morder os lábios enquanto me enviavas um daqueles olhares de timidez e de me querer comer a boca logo ali naquele momento. Passando a mão por de trás do pescoço em gesto de controlo emocional, saltando-me para cima beijando-me a boca que tanto anseias por te deliciar uma vez mais. Parece mousse, dizes tu ao saboreares o que mais te excita em mim. Pousas uma mão sobre o meu intimo coração, que devagarinho vai sentido a presença do teu através do teu pulsar. Adoro ver-te de carinha tímida, olhinhos arregalados, mãos no meio do peito, com uma presença como quem diz "És tão perfeito e nem acredito que és meu, só meu!" Nem consigo dizer por palavras ou gestos o que sinto por ti. É uma alegria e uma certa cara alegre que me invade a mente neste momento. Como adoro ver-te de meio termo nos meus braços, apreciando o horizonte que desaba no meu olhar. És tão querida. Tão delicada e tão orgulhosa das mãos que tens. Dás-me uma vontade de te encher de mimos cada vez que te vejo. Sinto-te como aquelas superfícies macias ou quando damos aqueles abraços aos nossos peluches em gesto de estes nos tirarem todos os males só com o toque nas nossas almas. E tu fazes-me lembrar de quando era criança, onde espírito de aventura não me faltava na ponta do nariz e nos joelhos.

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